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Papear ou não papear: messenger no trabalho

9-Abril-2008

A limitação do uso de messengers nos escritórios de algumas empresas mostram claramente um senso comum entre diversos empregadores de que os comunicadores instantâneos derrubam a produtividade dos funcionários.

Entretanto, para um “trabalhador remoto” seu uso deve ser considerado, embora com um pouco de cautela. A partir do entendimento de que mesmo em casa parte do seu tempo deva ser dedicada ao trabalho, você saberá identificar quando o uso de seu messenger ultrapassa os limites do profissional e entra no campo pessoal.

O banimento do messenger, neste caso, não é sinônimo de produtividade, já que interação entre colegas de trabalho, mesmo que virtual, é importante, e o contato neste caso acontecerá principalmente por meios eletrônicos. Para usuários que sentirem não conseguir se disciplinar quanto ao uso profissional das redes de comunicação instantânea, uma solução interessante pode ser a criação de um usuário “extra” apenas para o trabalho, passado para empregadores, clientes e colegas de projetos.

Mas, quem resolver se aventurar com um usuário único, precisará se policiar. Neste caso, é de fundamental importância que o usuário opte por um programa com recursos de “invisibilidade”, que permitem se “esconder” dos outros usuários e ainda assim falar com os mais importantes.

O Skype, por exemplo, é um bom programa para isto. A rede MSN, a partir do momento que se converteu a Windows Live Messenger, ganhou um recurso semelhante (”Aparecer Offline”), que funciona parcialmente (algumas mensagens chegam com muito atraso). O Google Talk oferece este recurso internamente, se você utilizá-lo por dentro do Gmail (”Invisible”).

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